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É a cultura, estúpido!

Na última quarta-feira do mês, no Jardim de Inverno do Teatro Municipal São Luiz.

Relato num comentário

Morno. Ainda assim, foi agradável poder ouvir inúmeros episódios com que os intervenientes ilustraram a conversa e fizeram esquecer o facto de as cadeiras do Jardim de Inverno serem, decerto, provenientes dum tribunal do Santo Ofício do futuro.
Melhor momento: o único em que o agente provocador cumpriu essa função, ao manifestar o seu cansaço diante da omnipresença, quase ditadura, do humor em demasiados aspectos da vida pública e privada da actualidade. Pode produzir algum desencanto constatar essa quase obrigação de ter piada, sobretudo depois de décadas a fio em que o humor esteve ausente deste país. Pode até ser paradoxal ser preciso alguém com a profissão do agente provocador para denunciar esse facto. Não deixa de ser verdade que, hoje em dia, qualquer acto de comunicação sem umas graçolas pelo meio está condenado a ser recebido com indiferença pelo/s destinatário/s. Quase como se aquilo que valesse a pena fosse viver dentro duma sitcom com gargalhadas gravadas.

José Quintas.
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