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É a cultura, estúpido!

Na última quarta-feira do mês, no Jardim de Inverno do Teatro Municipal São Luiz.

Babilónia, Amadora

Proibida permanência nos corredores.
No Centro Comercial Babilónia circulamos - sempre - por um dédalo de corredores apertados, muito concorridos e com mais de uma centena de estabelecimentos comerciais ao nosso serviço. Snacks, lojas de alta fidelidade, centros de cópias e sociedades de mediação mobiliária constituem a maior oferta. Na "Dreamhouse" encontrámos apartamentos à venda em Massamá, Queluz, Cacém, Rinchoa, Mira Sintra e, claro, na Amadora, onde se encontra este bazar moderno, mesmo junto à estação ferroviária. Oferecem-se "óptimos negócios", com vista panorâmica, TV Cabo e soalhos flutuantes, uma estranha fixação dos subúrbios. Os preços são embatíveis, os móveis lacados e os armários em mogno. Seguindo viagem, os mapas do Babilónia esclarecem-nos sobre o seu sistema de combate a incêndios - que inclui numerosos detectores de fumo, botoneiras manuais e extintores de pó químico - mas não sobre a nossa posição. A custo, e após alguns desvios, damos com a sua praceta esplanada por entre máquinas de fotos tipo-passe, observamos uma agitação. Inaugurado há mais de quinze anos, o Centro é um sobrevivente da era anterior aos titânicos shoppimg malls. Durante o Natal continua a não haver sítio mais concorrido nas redondezas.


De «Cimêncio» *, de Diogo Lopes e Nuno Cera, publicado pela Fenda, em 2004.

* cimêncio, s.m. (do lat.coementu por aglutinação com do lat. silentio). Sono profundo dos arredores. | Construção imaginária; matéria-prima do espiríto. | Estado calcário que indicia conjuntura de tranquilidade. | Mistura feita de cal e mistério, impermeável ao tempo. | União íntima; pausa fundamental. | Suspensão de base ou fundamento.
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5:36 da tarde

sou um frequentador desse centro comercial há mais de quinze anos (por inicialmente viver muito próximo dele. actualmente por ir para as redondezas frequentemente) e posso dizer que, apesar de um sobrevivente, é certo, é um sobrevivente muito moribundo, cada vez mais deserto e simultaneamente mais necessitado de vigilância da polícia, devido ao aumento significativo de casos de furtos (e ocorrências mais graves) nos últimos anos.
O Babilónia, em tempos, até teve uma sala de funcionamento a funcionar. É triste passear por lá hoje sabendo como foi há uns anos atrás.    



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