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É a cultura, estúpido!

Na última quarta-feira do mês, no Jardim de Inverno do Teatro Municipal São Luiz.

Vozes no Jardim de Inverno (1)

Há uma ética crescente de que as relações de conjugalidade devem ser baseadas na igualdade e ser baseadas na amizade (o código que as funda é egualitário). Se aqui se mete a variável género fica tudo baralhado porque as relações se tornam estruturadas para seres hierarquicamente desiguais. As relações hetero são mais formatadas socialmente. Há um código cultural que à partida empurra para uma relação marcada pelo poder. Quando um homem e uma mulher começam uma relação de conjugalidade, está previsto que vai haver diferenças.

Miguel Vale de Almeida
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11:57 da tarde

o poder numa relação hetero está sempre do lado do homem?    



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