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É a cultura, estúpido!

Na última quarta-feira do mês, no Jardim de Inverno do Teatro Municipal São Luiz.

Pergunta & resposta

DNa - Porque é que as pessoas se separam? Que constantes é que encontra no seu trabalho com casais desavindos?
José Gameiro - Os casamentos deixam de funcionar quando uma pessoa tem o sentimento que não é amada, entendida, compreendida. Ou que deixa de amar e de sentir-se próxima, do ponto de vista do amor, da outra. Sentir isso de vez em quando, se calhar toda a gente sente. Estou a falar de sentir isso ao longo do tempo e de uma forma estável. Esta é uma das situações, talvez a mais frequente.DN A outra é um bocado paradoxal: eu gosto muito daquela pessoa, mas acho que ela não se deixa gostar, ela acha que eu não sei gostar dela como ela quer.

DNa - Que é feito das relações abertas?
José Gameiro - É um flop completo em termos sociológicos. A penalização da transgressão continua a existir. Não me venham dizer que a maior parte das pessoas aceitam que o seu parceiro tenha outras pessoas.

DNa - Já conheceu alguém que aceitasse?
José Gameiro - Já. Mas é muito esporádico. Mais em relações de namoro, não de coabitação. Aceitam sempre com um nozinho na garganta... Não é fácil.

DNa - Não é fácil por causa da troca, do despeito?
José Gameiro - É uma ferida. As pessoas imaginam sempre que pode ser melhor com as outras, imaginam coisas terríveis da partilha do corpo. Também acontece uma coisa muito interessante: as situações de infidelidade conjugal que aparecem e se resolvem, são um excelente prognóstico. Há um renascer do casamento, a relação sexual, que estava adormecida, melhora espectacularmente. São novamente muito vivos, arranjam-se mais, etc.

José Gameiro, entrevistado pela Anabela Mota Ribeiro para o DNa, em Agosto de 2003.
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