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É a cultura, estúpido!

Na última quarta-feira do mês, no Jardim de Inverno do Teatro Municipal São Luiz.

Grelha televisiva

«O casal de namorados decidiu apreciar algumas horas de descanso durante o fim-de-semana que se seguiu à conferência do banco onde Eric trabalhava. Num determinado momento, Alice recostou-se ao seu lado no sofá e, enquanto brincava com a sua mão, disse-lhe: " Sinto-me tão bem ao pé de ti".
A resposta mais apropriada neste caso seria uma frase de teor equivalente. Contudo, longe de retribuir a atenção, Eric perguntou-lhe:
- A que horas vai dar o filme do James Bond hoje à noite?
Ninguém foi espancado e não houve escoriações ou gemidos. No entanto, a balança do poder havia - de maneira imediata e decisiva - pendido a favor de Eric. Se fosse possível aferir o diálogo do casal, dir-se-ia que o peso da frase de Alice se tornava insignificante, quando comparado com a pergunta inoportuna do namorado.
Para que o desequilíbrio fosse compensado, bastava Eric ter dito: "Eu também me sinto bem contigo". Mas, por alguma razão obscura (talvez o horário do filme fosse de facto uma preocupação), Alice ficou a ver navios.



No amor, o poder traduz-se pela habilidade de não se deixar envolver. Podemos tornar-nos poderosos no terreno afectivo quando alguém afirma sentir-se bem ao pé de nós e podemos dar-nos ao luxo de não dar ouvidos a uma frase gentil, desviando o assunto para a programação da TV. Ao contrário de outras esferas, o mais forte numa relação afectiva é aquele que não tem expectivas em relação ao outro, não deseja ou não precisa de nada. O amor tem como característica principal o envolvimento mútuo e a compreensão. Aquele que bloqueia o processo, mudando o rumo de uma conversa ou respondendo a uma ligação telefónica com duas horas de atraso, imediatamente e sem esforço exerce um poder assustador sobre o mais fraco, o mais confiante e o mais carente.»


Fonte:

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8:59 da tarde

eu sei perfeitamente o q é isso. no caso, eu era a q se envolvia. me fudi.    



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