Este é que é o Press Release:
O FUTURO DAS RELAÇÕES NO “É A CULTURA, ESTÚPIDO!”
Na próxima quarta-feira, dia 25 de Janeiro, pelas 18h30, no Jardim de Inverno do Teatro Municipal São Luiz, o “É a Cultura, Estúpido!” vai discutir O Futuro das Relações.
Ao invés de insistir no muito estafado confronto entre a esquerda e a direita, entre o modo liberal e o modo convencional de olhar as relações amorosas, convidámos duas pessoas de pensamento original sobre esta matéria: Isabel Leal (psicóloga) e Miguel Vale de Almeida (antropólogo). A sessão (livre) será moderada por Anabela Mota Ribeiro e o agente provocador será Nuno Artur Silva (que há anos co-escreveu um manifesto sobre o tema a que chamou «A elaboração dos acasos»).
ee cummings escreveu que a função do amor é criar desconhecimento. No próximo “É a Cultura, Estúpido!” vamos dissecar este e outros versos e especular sobre o futuro das relações amorosas. Falar da revelação, do
inesperado, da epifania que dá pelo nome de paixão, das diferentes formas de viver os afectos. A sós, a dois, a três, a quatro... Como vamos organizar-nos, agregar-nos, dar-nos, amar-nos no futuro? E o futuro, é já hoje?
Na próxima quarta-feira, dia 25 de Janeiro, pelas 18h30, no Jardim de Inverno do Teatro Municipal São Luiz, o “É a Cultura, Estúpido!” vai discutir O Futuro das Relações.
Ao invés de insistir no muito estafado confronto entre a esquerda e a direita, entre o modo liberal e o modo convencional de olhar as relações amorosas, convidámos duas pessoas de pensamento original sobre esta matéria: Isabel Leal (psicóloga) e Miguel Vale de Almeida (antropólogo). A sessão (livre) será moderada por Anabela Mota Ribeiro e o agente provocador será Nuno Artur Silva (que há anos co-escreveu um manifesto sobre o tema a que chamou «A elaboração dos acasos»).
ee cummings escreveu que a função do amor é criar desconhecimento. No próximo “É a Cultura, Estúpido!” vamos dissecar este e outros versos e especular sobre o futuro das relações amorosas. Falar da revelação, do
inesperado, da epifania que dá pelo nome de paixão, das diferentes formas de viver os afectos. A sós, a dois, a três, a quatro... Como vamos organizar-nos, agregar-nos, dar-nos, amar-nos no futuro? E o futuro, é já hoje?
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