<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d17995268\x26blogName\x3d%C3%89+a+cultura,+est%C3%BApido!\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLUE\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://cultura-estupido.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://cultura-estupido.blogspot.com/\x26vt\x3d-8193206143390702217', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

É a cultura, estúpido!

Na última quarta-feira do mês, no Jardim de Inverno do Teatro Municipal São Luiz.

De um e de dois, de todos

Eu sou o espectador o actor e o autor
Eu sou a mulher o seu homem o seu filho
O primeiro e o último amor
O furtivo de passagem e o amor num só

E tudo recomeça eu sou a mulher, a cama e o seu vestido
Os seus braços repartidos e o trabalho do homem
O seu prazer em flecha e o dela vaga de fundo
O meu corpo numa só e duas carnes não conhece o exílio

Pois onde começa um corpo eu tomo forma e consciência
E mesmo quando na morte um corpo se desfaz
Eu repouso na sua forma de espera esposo o seu tormento
O seu opróbrio honra em mim o coração honra a própria vida.


Paul Éluard, Últimos Poemas de Amor, tradução de Maria Gabriela Llansol, Relógio d'Água, 2002
« Home | Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »

» Enviar um comentário