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É a cultura, estúpido!

Na última quarta-feira do mês, no Jardim de Inverno do Teatro Municipal São Luiz.

Lido na blogosfera

«Pierre Bourdieu desmonta uma série de mecanismos que fazem com que a televisão exerça uma forma particular de violência simbólica. O próprio autor define essa violência simbólica como aquela que é exercida com a cumplicidade daqueles que a sofrem e daqueles que a exercem, na medida em que uns e outros estão inconscientes do facto de a exercerem ou de a sofrerem. Um bom exemplo disso são as notícias sensacionalistas, que fazem parte de uma acção simbólica que a televisão exerce e consiste em chamar a atenção para factos que são moldados para interessar a todos. Estes factos não devem chocar, não devem ser disputados, não devem dividir, muito pelo contrário: eles devem provocar consenso, interessar a toda a gente, mas de uma maneira que não toquem em nada que seja importante. A notícia sensacionalista torna-se importante pelo simples facto de interessar a todos sem consequências e porque ocupa tempo, tempo, esse, que poderia estar a ser usado para dizer outra coisa. Desta maneira, muitos minutos são empregues em dizer coisas fúteis, mas que se tornam importantes na medida em que escondem coisas preciosas. Posto isto, a televisão pode esconder mostrando.»

(Carla Ribeiro, A Ordem Alfabética)
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