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É a cultura, estúpido!

Na última quarta-feira do mês, no Jardim de Inverno do Teatro Municipal São Luiz.

Ecos na Imprensa

Rangel defende futuro da TV generalista

«A televisão generalista não perdeu o seu espaço». A afirmação é de Emídio Rangel que, no entanto, admite que se caminha «para um consumo maior dos canais temáticos». «A tendência é para a diversidade de meios de informação e de acesso a esses meios», diz. Já o crítico João Lopes considera que, hoje, a televisão generalista é «feita com telenovelas e reality shows», referindo-se à programação. Isto porque a maior arma são as audiências, um índice de natureza económica. A conversa aconteceu no debate A Televisão, Tal como a Conhecemos, Acabou, tema inaugural da terceira temporada de mais um encontro É a Cultura, Estúpido!. De volta ao Teatro São Luiz, com novo formato, o debate reuniu o fundador da SIC e o crítico de cinema e de televisão, com moderação de Nuno Artur Silva e Daniel Oliveira. Daniel Oliveira considera que a televisão generalista «vai deixar de ser a televisão de toda a gente. É o bairro social. Porque a TV é o único meio de entretenimento gratuito que existe». O jornalista fez, ainda, um exercício «tendencioso, mas propositado» tratando a televisão como um problema. «Em Portugal é um problema maior do que em outros países, porque cá a TV tem um peso muito superior, por isso o lixo vende muito». Para Nuno Artur Silva «o futuro da TV já não é o fluxo narrativo que os programadores nos impõem. Há uma lógica que substitui o zapping pelo linking. Vamos ao computador linkar o que queremos ver. Chegou a era dos programadores em casa». O lançamento da televisão por cabo, na Internet e nos telemóveis (em Portugal já em 2006) fez nascer uma nova área, deixando para trás a novidade que representou, há 13 anos, o aparecimento das televisões privadas. Rangel frisou que voltaria a fazer a estação da mesma forma. «O trajecto da SIC foi o correcto. Começamos com várias limitações financeiras e a RTP preparou-se bem para receber as privadas. Senti que o maior benefício era proporcionar aos telespectadores uma informação alternativa». Mas as televisões generalistas, mesmo a pública, parecem ter perdido a batalha da informação. João Lopes respondeu com uma questão: «De que modo e até que ponto, a RTP tem condições e vontade para se assumir como alternativa? A missão da televisão pública é fornecer alternativas ao valores dominantes do mercado».

Paula Mourato, secção de Media do jornal Diário de Notícias
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