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É a cultura, estúpido!

Na última quarta-feira do mês, no Jardim de Inverno do Teatro Municipal São Luiz.

Ecos na Imprensa

A televisão generalista fica para os pobres?

O fenómeno do cabo está a operar uma estratificação social da televisão, pelo que “a generalista vai passar a ser a televisão dos pobres, porque é a única que não se paga”. Esta foi uma das ideias defendidas por Daniel Oliveira no regresso do ciclo de debates
É a Cultura, Estúpido!, promovidos pelas Produções Fictícias, e ontem dedicados ao tema A televisão, tal como a conhecemos, acabou. Emídio Rangel, ex-director-geral da SIC e da RTP, esteve presente e discordou, frisando que “a televisão generalista não é um depósito para os pobres”, embora acredite que a segmentação dos públicos, devido à diversidade de escolhas no cabo, vai continuar a existir. Aquele que foi o primeiro programador da primeira estação privada em Portugal (a SIC) afirmou que um canal generalista deve saber conciliar o entretenimento e a informação e adiantou que “os portugueses gostam de informação e gostam de assistir aos telejornais”. O moderador e “agente provocador” foi Nuno Artur Silva. Voltando às televisões generalistas, Daniel Oliveira argumentou que hoje em dia deveriam ser apelidadas apenas de “televisões gratuitas, uma vez que são menos generalistas do que a SIC Radical”. Estava a referir-se à programação destes canais, que chegam a colocar várias horas seguidas de telenovelas, ao que Rangel disparou: “Colocar oito horas de telenovelas seguidas é um erro de palmatória”. O crítico de cinema João Lopes também marcou presença, afirmando que as audiências não devem guiar os programadores de televisão, uma vez que “são índices de natureza económica que são utilizados de forma chantagista”. O crítico entende ser impossível saber aquilo que as pessoas querem ver, ideia negada por Rangel, que assegurou que “é possível saber o que as pessoas querem a partir dos níveis de audimetria”.

Maria João Morais, secção de Media do jornal Público
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