<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d17995268\x26blogName\x3d%C3%89+a+cultura,+est%C3%BApido!\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLUE\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://cultura-estupido.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://cultura-estupido.blogspot.com/\x26vt\x3d-8193206143390702217', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

É a cultura, estúpido!

Na última quarta-feira do mês, no Jardim de Inverno do Teatro Municipal São Luiz.

Ecos da última sessão - Emídio Rangel

«A televisão generalista não acabou, nem acabará, porque responde à lei do menor esforço da maioria dos telespectadores. Haverá cada vez mais público para as temáticas, mas a escolha obriga a um espólio informacional e a maior parte dos telespectadores será sempre generalista, esperando o que o programador lhes prepara.
Não creio que as televisões generalistas venham a ser um depósito para os excluídos: estes canais têm que ser mesmo generalistas (chegar às classes A e B, C e D) ou então desapareceram. As pessoas preferem que alguém escolha por elas e os canais generalistas têm maior poder de compra dos filmes e formatos, podem oferecer os melhores filmes e melhores formatos. A televisão tal como a conhecemos não acabou.
É indiscutível que a especialização dos canais e a fragmentação dos públicos resulta num enriquecimento cultural: mostram diferentes lugares, diferentes perspectivas, diferentes olhares. É esta fragmentação dos públicos que vai motivar as pessoas para conteúdos que podem chegar via telefone, televisor, computador. A diversidade vai tornar-nos cidadãos melhor informados.
O espectador vê aquilo que quer, é possível saber o que um espectador quer. É fácil ver quando as pessoas rejeitam um programa, para que estação mudam e por que é que mudam. As pessoas vêem coisas idiotas também para opinar sobre, para poderem informar-se. O critério das audiências não é só um critério economicista. Imagine-se um canal sem publicidade: se a RTP não tivesse publicidade e fosse paga pelo Orçamento de Estado, estava ainda obrigada a ter espectadores. Os órgãos de comunicação social dirigem-se a públicos e há objectivos que têm que ser atingidos.»
« Home | Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »

» Enviar um comentário